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Apenas 5% dos boards possuem especialista em cibersegurança
Keith Fenner, vice-presidente sênior e gerente geral da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) da Diligent, disse que as descobertas ressaltam a necessidade de os conselhos de administração e líderes empresariais desenvolverem competência em torno do risco cibernético, já que a área agora é um indicador-chave do desempenho financeiro.
“Essas descobertas mostram que a segurança cibernética não é apenas um problema de TI — é um risco empresarial que tem impacto material no desempenho de curto prazo e na saúde de longo prazo de uma empresa, e que a administração e o conselho precisam estar atualizados”, acrescentou.
O relatório concluiu que as indústrias altamente regulamentadas tendem a superar outros setores nas medidas de desempenho de segurança cibernética. A área de saúde, por exemplo, teve a pontuação média mais alta em segurança, seguida por energia, serviços públicos e finanças. O setor financeiro teve a maior proporção de organizações na faixa de desempenho de segurança avançada, com 33%. Seguiram-se os setores de cuidados de saúde (18%), a indústria (10%), a tecnologia da informação (9%) e o de consumo (9%).
Para acessar o relatório completo da Diligent (em inglês) clique aqui.
Créditos: CISO Advisor